sexta-feira, 15 de junho de 2012
PÉS E UNHAS AFETADAS POR PSORÍASE
SOUL PÉS- ESPAÇO DE PODOLOGIA: PÉS E UNHAS AFETADAS POR PSORÍASE: Psoríase ungueal Em até 90% dos casos a psoríase pode envolver as unhas, correspondendo a um grande estigma da doença, pois inter...
SOUL PÉS- ESPAÇO DE PODOLOGIA: REFLEXOLOGIA E SEUS BENEFÍCIOS
SOUL PÉS- ESPAÇO DE PODOLOGIA: REFLEXOLOGIA E SEUS BENEFÍCIOS: Segundo a terapeuta Ana Rosa Freneda, a reflexologia trata-se da arte de curar através do toque nos pés, seguindo o princí...
REFLEXOLOGIA E SEUS BENEFÍCIOS
Segundo a terapeuta Ana Rosa Freneda, a reflexologia trata-se da arte de curar através do toque nos pés, seguindo o princípio de que todos os órgãos do corpo, inclusive o cérebro, estão conectados através de canais de energia ativadas em pontos em nossos pés. Portanto, quando nossos pés estão cansados, assim está nossa mente e corpo.
Ana explica que são supostamente 70 mil terminações nervosas e meridianos em nossos pés. Aplicando pressão ou calor nestes terminais nervosos ocorre um estímulo reflexo de um órgão do corpo no Sistema Nervoso Central (SNC), que imediatamente inicia uma gama de atividades internas verificando o estado e o funcionamento do órgão que está sendo estimulado.
O SNC passa a dar uma atenção extra a este órgão ou sistema, ativando ou diminuindo a atividade atual do mesmo. No sistema digestivo, por exemplo, a Reflexologia é eficaz no combate a várias doenças, como úlcera, gastrite, azia, prisão de ventre, má digestão, hepatite, icterícia, gordura no fígado, pedra na vesícula, enxaqueca, tontura, insônia, sinusite, artrite, gota, hérnia-de-hiato, doença de Crohn, diarréias e hemorróidas.
Também é eficaz para o tratamento de infecções, como asma brôquica, bronquite, enfisema, rinite alérgica, sinusite, faringite, rouquidão, resfriados, tosse e pneumonia. Além disso, ainda apresenta excelentes resultados nos tratamentos da dor ciática, dores lombares, hérnia de disco, dor de cabeça, torcicolo, dores nas costas, LER - Lesão por Esforço Repetitivo ou DORT - Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho, artrite, artrose, osteoporose, espasmo muscular, bursite, tendinite, fibromialgia, inflamação no tecido fibroso, câimbras e reumatismo.
O intervalo entre cada sessão de tratamento deve ser de sete dias. São recomendadas pelo menos dez sessões. “É muito importante o contato do terapeuta com o paciente. É nessa conversa inicial que serão detectados os problemas e definidos os pontos de aplicação”, completa.
Fonte - MBPress
PÉS E UNHAS AFETADAS POR PSORÍASE
Psoríase ungueal
Em até 90% dos casos a psoríase pode envolver as unhas, correspondendo a um grande estigma da doença, pois interfere nas relações sociais e atividades de trabalho. As alterações ungueais observadas nos pacientes com psoríase dependem do local da unha envolvido e podem ser caracterizadas por depressões cupuliformes e puntiformes (pitting), descoloração, hipequeratose subungueal, estrias longitudinais e onicólise.
Psoríase palmoplantar
Cerca de 12% dos pacientes podem desenvolver a psoríase somente nas mãos e pés. As placas geralmente são bem delimitadas e podem ser tanto finas como espessas, provocando fissuras e dor, atingindo apenas pequenas áreas de maior atrito ou sua totalidade.
Tipos de psoríase
Baseado no local da lesão e em suas características clínicas, a psoríase é dividida em diferentes tipos, nomeadamente:
- Psoríase vulgar ou em placas
Psoríase vulgar ou em placas é o tipo mais comum da doença e manifesta-se por placas redondas ou ovais, de tamanhos variados, bem delimitados, avermelhadas, com escamas secas e aderentes prateadas ou acinzentadas. Um anel esbranquiçado, conhecido como anel de Woronoff, pode ser observado cercando a placa psoriática. As áreas mais afetadas são cotovelos, joelhos, couro cabeludo, região lombo-sacra e umbigo.
- Psoríase gutata
É caracterizada por pequenos pontos avermelhados em formato de pequenas gotas. Ocorrem principalmente no tronco, braços e pernas. Costuma ser desencadeada após uma infecção estreptocócica ou viral do trato respiratório superior, amidalite, gripe, varíola, imunizações, trauma físico, estresse emocional ou administração de fármacos antimaláricos. Ocorre principalmente em crianças, adolescentes e adultos jovens e tem bom prognóstico. As erupções persistem por volta de dois meses e, em geral, clareiam após esse período, mas caso não ocorra esse clareamento, pequenas pápulas podem aumentar e transformarem-se em lesões persistentes.
- Psoríase palmoplantar
Cerca de 12% dos pacientes podem desenvolver a psoríase somente nas mãos e pés. As placas geralmente são bem delimitadas e podem ser tanto finas como espessas, provocando fissuras e dor, atingindo apenas pequenas áreas de maior atrito ou sua totalidade.
- Psoríase inversa
A Psoríase inversa apresenta um padrão inverso aos outros tipos de lesões. Localiza-se nas zonas das dobras cutâneas, nomeadamente axilas, virilha, embaixo das mamas, dobra do cotovelo, dobra do joelho.
Caracterizam-se por lesões mais úmidas, planas e inflamadas sem escamação e particularmente sujeitas à irritação devido ao atrito e ao suor. Essas lesões são eritematosas, com placas brilhantes sem escama que podem confundir com intertrigo e infecções por cândida e dermatófitos.
- Psoríase eritrodérmica
Normalmente a psoríase eritrodérmica caracteriza-se por lesões generalizadas, abrangendo extensas áreas do corpo ou sua totalidade aparece sobre a pele como uma vermelhidão e escamação fina, freqüentemente acompanhada por prurido intenso e dor, podendo ocorrer inchaço. O aspecto da lesão pode ser confundido com o de um indivíduo acometido de queimaduras, em função do comprometimento da pele.
- Psoríase pustular
A Psoríase pustular se caracteriza por pústulas estéreis sobre a pele. Não é uma doença infecciosa, portanto não é contagiosa, pois, o pus consiste de glóbulos brancos acumulados. Pode se localizar em certas áreas do corpo tais como mãos, pés ou pode se generalizar. Tende a manifestar-se em 3 fases cíclicas, eritema (vermelhidão), formação de pústulas e descamação da pele.
- Psoríase ungueal
Em até 90% dos casos a psoríase pode envolver as unhas, correspondendo a um grande estigma da doença, pois interfere nas relações sociais e atividades de trabalho. As alterações ungueais observadas nos pacientes com psoríase dependem do local da unha envolvido e podem ser caracterizadas por depressões cupuliformes e puntiformes (pitting), descoloração, hipequeratose subungueal, estrias longitudinais e onicólise.
- Psoríase artropática
A psoríase artropática é uma doença inflamatória das articulações do corpo que pode causar deformidades – muitas vezes permanente – exigindo diagnóstico preciso e tratamento precoce. Seu desencadeamento se dá por meio de um fator ambiental, como uma infecção ou pelo fenômeno de Koebner. Quase sempre está associada a psoríase de pele ou unha, embora possa aparecer sem nenhum sinal externo, o que dificulta o diagnóstico.
Quando está presente a psoríase artropática nos dedos das mãos, as chances para se encontrar psoríase nas unha é maior que 86%.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
SOUL PÉS- ESPAÇO DE PODOLOGIA: O sedentarismo já é considerado a doença do próxim...
SOUL PÉS- ESPAÇO DE PODOLOGIA: O sedentarismo já é considerado a doença do próxim...: O sedentarismo já é considerado a doença do próximo milênio. Na verdade trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos co...
O sedentarismo já é considerado a doença do próximo milênio. Na verdade trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna. Com a evolução da tecnologia e a tendência cada vez maior de substituição das atividades ocupacionais que demandam gasto energético por facilidades automatizadas, o ser humano adota cada vez mais a lei do menor esforço reduzindo assim o consumo energético de seu corpo.
O que é o sedentarismo?
O sedentarismo é definido como a falta ou a grande diminuição da atividade física. Na realidade, o conceito não é associado necessariamente à falta de uma atividade esportiva. Do ponto de vista da Medicina Moderna, o sedentário é o indivíduo que gasta poucas calorias por semana com atividades ocupacionais. Segundo um trabalho realizado com ex-alunos da Universidade de Harvard, o gasto calórico semanal define se o indivíduo é sedentário ou ativo. Para deixar de fazer parte do grupo dos sedentários o indivíduo precisa gastar no mínimo 2.200 calorias por semana em atividades físicas.
Quais são as conseqüências do sedentarismo?
A vida sedentária provoca literalmente o desuso dos sistemas funcionais. O aparelho locomotor e os demais órgãos e sistemas solicitados durante as diferentes formas de atividade física entram em um processo de regressão funcional, caracterizando, no caso dos músculos esqueléticos, um fenômeno associado à atrofia das fibras musculares, à perda da flexibilidade articular, além do comprometimento funcional de vários órgãos.
Quais as doenças associadas à vida sedentária?
O sedentarismo é a principal causa do aumento da incidência de várias doenças. Hipertensão arterial, diabetes, obesidade, ansiedade, aumento do colesterol, infarto do miocárdio são alguns dos exemplos das doenças às quais o indivíduo sedentário se expõe. O sedentarismo é considerado o principal fator de risco para a morte súbita, estando na maioria das vezes associado direta ou indiretamente às causas ou ao agravamento da grande maioria das doenças.
Como deixar de ser sedentário?
Para atingir o mínimo de atividade física semanal, existem várias propostas que podem ser adotadas de acordo com as possibilidades ou conveniências de cada um:
Praticar atividades esportivas como andar, correr, pedalar, nadar, fazer ginástica, exercícios com pesos ou jogar bola é uma proposta válida para evitar o sedentarismo e importante para melhorar a qualidade de vida. Recomenda-se a realização de exercícios físicos de intensidade moderada durante 40 a 60 minutos de 3 a 5 vezes por semana;
Exercer as atividades físicas necessárias à vida cotidiana de maneira consciente.
Quais são as alternativas às atividades físicas esportivas?
A vida nos grandes centros urbanos com a sua automatização progressiva, além de induzir o indivíduo a gastar menos energia, geralmente impõe grandes dificuldades para ele encontrar tempo e locais disponíveis para a prática das atividades físicas espontâneas. A própria falta de segurança urbana acaba sendo um obstáculo para quem pretende fazer atividades físicas. Diante dessas limitações, tornar-se ativo pode ser uma tarefa mais difícil, porém não de todo impossível.
As alternativas disponíveis muitas vezes estão ao alcance do cidadão porém passam desapercebidas.
Aumentar o gasto calórico semanal pode se tornar possível, simplesmente reagindo aos confortos da vida moderna. Subir 2 ou 3 andares de escada ao chegar em casa ou no trabalho, dispensar o interfone e o controle remoto, estacionar o automóvel intencionalmente num local mais distante, dispensar a escada rolante no shopping-center, são algumas alternativas que podem compor uma mudança de hábitos.
Segundo trabalhos científicos recentes, praticar atividades físicas por um período mínimo de 30 minutos diariamente, contínuos ou acumulados, é a dose suficiente para prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida.
Quais são as contra-indicações para fazer exercícios?
A liberação plena para a prática de atividades físicas, particularmente as atividades competitivas e de maior intensidade, deve partir do médico. Nesses casos, um exame médico e eventualmente um teste ergométrico podem e devem ser recomendados. Indivíduos portadores de hipertensão, diabetes, coronariopatias, doenças vasculares etc. devem ser adequadamente avaliados pelo clínico não somente quanto à liberação para a prática de exercícios, como também quanto à indicação do exercício adequado como parte do tratamento da doença. Quando se trata de praticar exercícios moderados como a caminhada, raramente existirá uma contra-indicação médica, com exceção de casos de limitação funcional grave.
Quais são as recomendações básicas para fazer exercícios com segurança?
A principal recomendação é seguir o bom senso e praticar exercícios como um hábito de vida e não como quem toma um remédio amargo. A principal orientação é fazer exercícios com prazer, sentindo bem-estar antes, durante e principalmente depois da atividade física. Qualquer desconforto sentido durante ou depois de exercícios deve ser adequadamente avaliado por um profissional da especialidade. O exercício não precisa e não deve ser exaustivo se o propósito for a saúde.
Praticando exercícios com maior segurança e efetividade:
Usar roupas adequadas: A função da roupa durante o exercício é proporcionar proteção e conforto térmico. Agasalhos que provocam aumento excessivo da sudorese devem ser evitados porque provocam desconforto e desidratação, não exercendo nenhum efeito positivo sobre a perda de peso.
Hidratar-se adequadamente: Deve-se ingerir líquidos antes, durante e depois de exercícios. A perda excessiva de líquidos e a desidratação constituem a principal causa de mal-estar durante o exercício.
Sentir bem-estar: Escolha a modalidade e sobretudo a intensidade de exercício que traga prazer e boa tolerância. Ao fazer exercícios prolongados ajuste a intensidade que permita sua comunicação verbal sem que a respiração ofegante prejudique sua fala. Esta é uma forma prática de ajustar uma intensidade adequada.
Consulte seu médico: Qualquer dúvida ou desconforto procure orientaçãoprofissional. Realizar uma avaliação física para elaboração de um programa de treinamento será uma atitude de grande utilidade prática. Não se deixe levar por propagandas muitas vezes enganosas prometendo resultados milagrosos com outros recursos recomendados para substituir os benefícios do exercício ativo.
A atividade física regular e realizada com prazer é um recurso insubstituível na promoção de saúde e qualidade de vida.
Bibliografia:
Guidelines for Exercise Testing and Prescription. 3ª ed. Lea & Febiger, USA, 1986.
McArdle, W.D.; Katch, F.I.; Katch, V. Fisiologia do Exercício, Energia , Nutrição e Desempenho Humano. - 3ª edição. Guanabara Koogan, 1998.
Nabil Ghorayeb & Turibio Barros - O exercício - Preparação Fisiológica, Avaliação Médica - Aspéctos Especiais e Preventinos. -1ª edição. Editora Atheneu, São Paulo, Brasil, 1999.
Turibio Leite de Barros Neto - Exercício, Saúde e Desempenho Físico. - 1ª edição. Editora Atheneu, São Paulo, Brasil, 1997.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Aterosclerose
A aterosclerose é uma doença crônica-degenerativa que leva à obstrução das artérias (vasos que levam o sangue para os tecidos) pelo acúmulo de lípides (principalmente colesterol) em suas paredes. A aterosclerose pode causar danos a órgãos importantes ou até mesmo levar à morte. Tem início nos primeiros anos de vida, mas sua manifestação clínica geralmente ocorre no adulto.
Quais são as causas da aterosclerose?
A aterosclerose é causada pelo acúmulo de lípides (gorduras) nas artérias, que podem ser fabricados pelo próprio organismo ou adquiridos através dos alimentos. Ela começa quando monócitos (um tipo de leucócito mononuclear) migram da corrente sangüínea e depositam-se nas paredes arteriais e passam a acumular gorduras, principalmente colesterol, formando as placas ateroscleróticas ou ateromas.
As artérias afetadas pela aterosclerose perdem elasticidade e, à medida que essas placas de gordura crescem, as artérias estreitam-se.
Eventualmente essas placas podem se romper, havendo o contato das substâncias do interior da placa com o sangue, o que produz a imediata coagulação do sangue e, como conseqüência, a obstrução total e súbita do vaso, o que leva ao infarto do miocárdio.
Quais são os sintomas da aterosclerose?
Usualmente, a aterosclerose não produz qualquer tipo de sintoma até que um estreitamento acentuado ou obstrução de uma ou mais artérias ocorra. À medida que a aterosclerose estreita a artéria, o órgão afetado pode deixar de receber sangue suficiente para oxigenar os seus tecidos.
O sintoma depende do órgão afetado pela obstrução da artéria. Assim, se as artérias acometidas são as que levam sangue para o cérebro, a pessoa poderá sofrer um acidente vascular cerebral (derrame); ou se são aquelas que levam sangue para as pernas, ela sentirá dor ao caminhar (claudicação intermitente), podendo chegar até à gangrena; no caso de obstrução nas artérias coronárias (vasos que levam sangue ao coração), o sintoma será dor no peito, o que caracteriza a "angina" ou o "infarto" do coração.
Esses sintomas desenvolvem-se gradualmente, à medida que a artéria é obstruída.
Quais são os fatores de risco para a aterosclerose?
Estudos identificaram que certos indivíduos têm maior propensão ao desenvolvimento dessa doença. São aqueles que apresentam os chamados fatores de risco para aterosclerose, como o tabagismo, a alteração dos lípides ou gorduras sangüíneas (colesterol e/ou triglicérides), o aumento da pressão arterial, o diabete, a obesidade, a vida sedentária e estresse emocional.
Idosos, indivíduos do sexo masculino, mulheres após a menopausa e pessoas com antecedentes familiares de aterosclerose também têm maior tendência a desenvolver a doença.
Como a aterosclerose pode comprometer o organismo?
A aterosclerose pode afetar as artérias de órgãos vitais como o cérebro, coração e rins.
Se a aterosclerose não for evitada, ela pode comprometer o funcionamento desses órgãos e até mesmo levar à morte. A aterosclerose pode causar derrame cerebral, infarto do coração, claudicação intermitente etc.
Nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, como o Brasil, a aterosclerose é a principal causa de doenças e óbitos na população de mais de 50 anos.
Como evitar a aterosclerose?
A aterosclerose pode ser evitada combatendo-se os fatores de risco - nível de colesterol alto no sangue, hipertensão arterial, tabagismo, obesidade e sedentarismo, ou seja, dependendo do fator de risco do indivíduo, a prevenção consiste em diminuir o nível de colesterol no sangue, diminuir a pressão sangüínea, deixar de fumar, perder peso ou começar um programa de exercícios.
Evitar alimentos que produzem aumento de colesterol no sangue (os alimentos de origem animal - carnes e derivados, frutos do mar, leites e derivados, etc.) e ingerir alimentos sem colesterol (frutas, legumes, verduras, tubérculos e cereais) são hábitos que contribuem para controlar o nível de colesterol no sangue.
A prática de exercícios pode levar à redução de peso, que por sua vez ajuda a diminuir o nível de colesterol no sangue.
Parar de fumar ajuda a diminuir o nível de colesterol no sangue e a diminuir a pressão sangüínea. O fumo diminui o nível de "colesterol bom" no sangue - HDL colesterol - e aumenta o nível de "colesterol ruim" no sangue - LDL colesterol, contrai a parede arterial, diminuindo ainda mais o fluxo sangüíneo na artéria já obstruída pelo colesterol.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Como é o tratamento do pé diabético?
O paciente com pé diabético deve evitar carregar peso para evitar acidentes e traumas no pé e deve ser hospitalizado com repouso absoluto, quando necessário.
a) Tratamento da neuropatia:
O tratamento da neuropatia é sintomático. São receitados vitaminas do complexo B, antidepressivos, tricídicos e carbamezapina.
b) Tratamento das úlceras (feridas):
O tratamento das úlceras neurotróficas (úlceras que se formam como conseqüência da perda de sensibilidade dos nervos) é de extrema importância, já que é um fator determinante da redução da amputações de membros inferiores, enfatizando os aspectos preventivos e educacionais.
c) Tratamento da macroangiopatia diabética:
O tratamento para as conseqüências da macroangiopatia diabética, são os mesmos utilizados para a não diabética:
Realizar exercícios programados de marcha.
Evitar traumatismo químico, térmico ou físico nos pés.
Usar vasodilatadores: Pentoxifilina (comprimidos) 3 vezes ao dia.
d) Tratamento cirúrgico quando necessário:
Desbridamento (limpeza cirúrgica) de pequenas áreas de abcesso ou extensas, quando necessário, área de infecção que não melhore com o antibiótico.
Revascularização do membro que somente pode ser avaliado, indicado e realizado após a utilização do Duplex-scan e/ou arteriografia.
Drenagem e amputação aberta, se necessário.
Fisioterapia e reabilitação (treinamento para o uso de próteses).
Como é o tratamento cirúrgico para os problemas circulatórios dos membros?
Após o estudo com dúplex scan e a arteriografia que identificarão a extensão dos problemas circulatórios, temos várias opções:
Angioplastia transluminal percutânea: dilataçao do vaso através de um tubo especial – cateter, com disposito na ponta (balão) para dilatar a parte estreitada. Ela está bem indicada para segmentos curtos (4 a 6cm de extensão) no território ilíaco. No território femoral os resultados são piores, o mesmo ocorrendo com as artérias da perna.
Enxerto aorto bi-ilíaco ou bifemoral nas obstruções extensas, desse segmento (enxerto da aorta que vai ser colocado nos pontos onde há obstrução do sangue da aorta até a artéria ilíaca).
Enxerto fêmoro-poplíteo ou distal. (enxerto entre a coxa e a perna).
Endarterectomia está indicada para lesões curtas do segmento ilíaco, consiste na abertura da artéria e fazer uma retirada da placa de ateroma.
Quais são os cuidados com a nutrição?
O diabético deve seguir as orientações de um nutricionista para as necessidades alimentares, para controlar o seu diabetes e sua aterosclerose
Quais os cuidados que o paciente diabético deve ter?
O paciente com diabetes mellitus precisa ter assistência permanente de um clínico geral bem orientado ou de um especialista para que mantenha um controle rigoroso de seu diabete. Apesar deste bom controle, o paciente com tempo de doença longo, poderá ter complicações.
É fundamental um exame cuidadoso do pé diariamente com ênfase para a região abaixo do calcanhar. Se o paciente tiver dificuldade de enxergar, deve pedir a ajuda de alguém para que o ajude a fazer a inspeção cuidadosa do pé e informar sobre a sensibilidade do mesmo (anestesia – falta de sensibilidade e hipostesia – diminuição da sensiblidade), a presença de calosidades e feridas.
Podiatra para educar o paciente a lidar com a prevenção e para recomendar o uso de chinelos e sapatos apropriados.
Como prevenir as complicações no pé diabético?
manter os pés limpos e secos;
não usar sapatos e meias apertados;
não utilizar material cortante nos pés;
não andar descalço;
não lavar os pés com água quente;
passar loção hidratante nas pernas e pés;
não usar esparadrapo diretamente sobre a pele;
não utilizar bolsa de água quente.
domingo, 6 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Como diagnosticar o pé diabético?
O diagnóstico do pé diabético propriamente dito é feito principalmente pelos sintomas da neuropatia (diminuição da sensibilidade – hipoestesia ou a perda total da sensibilidade - anestesia), calosidades, alterações nas unhas, pela diminuição da circulação (micro e macrocirculação) com diminuição ou ausência dos pulsos arteriais distais (pulsos arteriais dos pés); esfriamento do pé (palidez ou arroxeamento do(s) dedo(s) ou do pé).
Para detectar problemas circulatórios, a palpação dos pulsos periféricos, bem como exame do estado de atrofia da pele, de alterações do trofismo das unhas e de úlceras devem ser rigorosos. Exames de Doppler para verificar o grau de acometimento vascular são importantes nos pacientes com ausência de pulsos periféricos.
Qual o procedimento médico ao examinar o paciente [2]?
1.Avaliação do problema.
Inspeção cuidadosa do pé.
Registro dos pulsos arteriais
Registro da sensibilidade do pé.
2.Descrição da lesão.
3.Descrever extensão de necrose cutânea.
4. Exame com Doppler ultra-som para verificar a extensão dos problemas circulatórios.
5.Cultura do pus para detectar germes aeróbios e/ou anaeróbios.
6. Usar antibiótico de largo espectro até que o antibiótico apropriado seja dado;
7. Determinar o estado de controle do diabete
8.Solicitar Rx dos 2 pés para verificar as deformações ósseas decorrentes da osteomielite.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Por que o paciente diabético é mais predisposto à infecção nos pés?
A microangiopatia e a neuropatia fazem com que o diabético esteja mais predisposto à infecção do que outras pessoas devido a má oxigenação dos tecidos decorrente da circulação sangüínea deficiente e diminuição das s defesas protetoras.
A formação de calosidades, comum nas partes de maior pressão na planta (sola) do pé ou do dedo, comporta-se como corpo estranho provocando esmagamento do tecido subcutâneo com extravasamento de sangue. Isto forma um meio de cultura que facilita o crescimento de bactérias que irá evoluir para um abcesso. Devido à sensibilidade diminuída, como que anestesiado por causa da neuropatia, nem sempre o paciente tem consciência que seu pé está com um abcesso porque tem menor acuidade visual, causando complicações futuras.
Quais são as complicações do pé diabético?
A infecção no pé pode invadir facilmente os tecidos vizinhos atingindo também os ossos levando à osteomielite, causando deformações ósseas.
A gangrena pode ocorrer ou pela falta de circulação ou devido à infecção ou ambos que foi causada pela obstrução dos pequenos vasos digitais. Ela também pode ser devida à falta de circulação sangüínea em um grande vaso da coxa ou da perna, devido a sua obstrução. A gangrena se manifesta inicialmente por palidez, vermelhidão e pela pele afetada e tem um mau cheiro característico.
As úlceras ocorrem abaixo da cabeça do metatarso ou nas áreas de maior pressão. Este aumento de pressão leva à formação dos calos e posterior ulceração.
A hiperhidrose, pele seca e fissurada e alteração do fluxo sangüíneo facilitam a instalação e a manutenção de infecções cuja evolução pode ser a gangrena do pé.
terça-feira, 24 de abril de 2012
O que é a neuropatia diabética?
O diabetes mellitus pode afetar o sistema nervoso central, o periférico e o autonômico, causando disfunção dos mesmos – neuropatia diabética. No diabético, os fatores de risco para o aparecimento da neuropatia são o tempo de evolução e exposição à hiperglicemia ou hipoglicemia, alteração dos lipídeos, anormalidades da circulação sangüínea, tabagismo, hipertensão arterial, idade e sexo masculino.
A neuropatia diabética periférica mais comum é a neuropatia simétrica bilateral em "meia ou bota" nos membros inferiores e causa a diminuição da sensibilidade dolorosa e térmica da região. Essa diminuição da sensibilidade é o principal fator no desenvolvimento de úlceras e deformações articulares. O pé com neuropatia é caracteristicamente sadio e bem nutrido, tem pelo e mantém boa pulsação arterial na sua extremidade.
O que é a microangiopatia diabética?
A microangiopatia diabética é uma alteração vascular periférica que se caracteriza pela diminuição da circulação sangüínea nos pequenos vasos devido ao seu estreitamento ou obstrução. A isquemia (falta de circulação sangüínea) é geralmente bilateral, multi segmentar e afeta, principalmente, os vasos abaixo dos joelhos.
O pé com falta de circulação é geralmente, frio, seco, atrófico, sem pelos, com unhas secas e quebradiças, mau nutrido e freqüentemente tem rachaduras no tornozelo ou atrás da cabeça do metatarso. Os pulsos periféricos estão diminuídos e/ou ausentes. Pode ter pequenas úlceras secas atróficas e às vezes com pontos de necrose na pele.
O que é a macroangiopatia diabética?
A macroangiopatia diabética é a diminuição da circulação sangüínea nos vasos sangüíneos de maior calibre devido à sua obstrução ou estreitamento. O diabetes mellitus é importante fator de risco no desenvolvimento da aterosclerose, sendo que o risco de complicações vasculares nestes pacientes é de 2 a 4 vezes maior. A aterosclerose no diabético é mais precoce e grave acometendo freqüentemente as artérias da perna. A obstrução de um grande vaso da coxa ou da perna pode levar à gangrena e amputação da perna.
Os fatores de risco adicionais para a aterosclerose são o tabagismo, a dislipidemia (alteração dos níveis de lípides no sangue), obesidade, hipertensão arterial, sexo masculino, vida sedentária e história familiar positiva.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Pé Diabético
O pé diabético é um termo muito utilizado na prática médica diária e traduz sucintamente alterações que ocorrem nos pés decorrentes de complicações do diabetes mellitus: a neuropatia diabética (alterações nos nervos periféricos), problemas circulatórios (micro e macroangiopatia diabética) e a infecção. O menor fluxo sangüíneo, a formação de feridas que se infeccionam e de difícil cicatrização (úlceras de perna) podem levar à gangrena. As complicações nos pés dos pacientes diabéticos são responsáveis por cerca de 25% das internações hospitalares destes pacientes.
O que caracteriza o pé diabético?
O paciente portador de diabetes há alguns anos, é um candidato a ter neuropatia que associada a alterações da circulação sangüínea (micro e macroangiopatia diabética), torna o paciente mais vulnerável a infecções nos pés. Esses três fatores: a neuropatia, a angiopatia e a infecção, constituem a tríade mais freqüente do pé diabético. O pé diabético pode ser causado exclusivamente por apenas um dos fatores mencionados mas a neuropatia é o mais freqüente.
Quais são os problemas mais comuns nos pés?
Os problemas encontrados com mais freqüência nos pés são:
Bolhas e calos causados por sapatos apertados ou mal ajustados;
Verrugas na planta do pé;
Rachaduras (fissuras);
Infecção por micose entre os dedos;
Pequenas infecções nas unhas;
Unhas encravadas;
Pequenos ferimentos associados a unhas alteradas.
Esses problemas encontrados nos pés de qualquer pessoa, não acarretam maiores danos nas pessoas saudáveis mas, no diabético, podem levar a complicações sérias. Os pequenos ferimentos se não tratados podem evoluir para celulite, abcesso e gangrena.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
O que é o diabetes mellitus?
O diabetes mellitus é uma doença metabólica caracterizada pela elevação da taxa de glicose no sangue resultante de defeitos na secreção ou ação insulínica ou ambas. A insulina é um hormônio, liberado pelo pâncreas, responsável pela manutenção apropriada dos níveis de açúcar no sangue. É uma doença crônica e é um dos mais importantes problemas de saúde na atualidade tanto pelo número de pessoas afetadas como pelas incapacitações e anos de vida útil perdidos.
Estima-se que existam no Brasil cerca de 5 milhões de indivíduos com diabetes dos quais metade desconhece o diagnóstico, ou seja, a doença será identificada freqüentemente pelo aparecimento de uma de suas complicações. A prevalência de diabetes (numero de casos existentes em relação à população) nos indivíduos entre 30 e 70 anos de idade é de 7,6%, semelhante à prevalência em vários países desenvolvidos. O diabetes mellitus afeta igualmente homens e mulheres e o seu risco aumenta com a idade
Quais são os sintomas do diabetes mellitus?
Embora o diabetes seja de origem endócrina suas principais manifestações clínicas são metabólicas e após um certo período de tempo é acompanhado por comprometimento circulatório (micro e macroangiopatia). Seus sinais e sintomas são:
Poliúria e Nictúria (o paciente urina mais vezes, em mais quantidade e à noite);
Polidipsia (muita sede decorrente da boca seca);
Polifagia (aumento do apetite);
Emagrecimento rápido;
Fraqueza, astenia (diminuição das forças musculares), letargia (sonolência e apatia) e redução rápida da acuidade visual;
Hiperglicemia :taxa de açúcar no sangue acima de 125mg/dl e/ou glicosúria (açúcar na urina).
Temos que frisar que o paciente pode ser assintomático, descobrindo que é diabético ou por complicações ou por exame de rotina onde se detecta a hiperglicemia.
Quais são os fatores de risco para o diabetes mellitus?
Idade superior a 40 anos;
História familiar (antecedente diabético);
Obesidade;
Presença de doença vascular aterosclerótica antes dos 50 anos;
Mães de recém-nascidos com mais de 4kg;
Uso de medicamentos diabeticogênicos, ou seja, que causam diabetes (corticóide/anticoncepcionais).
segunda-feira, 16 de abril de 2012
PODOLOGIA ESPORTIVA
Além de proporcionar a saúde e o bem-estar dos pés, a Podologia Esportiva busca minimizar o atrito sofrido nos pés dos atletas durante os treinos e competições, com base na modalidade esportiva e no tipo de calçado usado na sua prática.
Os pés dos atletas são colocados sob imensas pressões que podem resultar em lesões importantes. O acompanhamento e diagnóstico precoce, assim como evitar complicações relativamente à biomecânica do pé, são ferramentas indispensáveis para uma saudável prática esportiva.
Os pés são a base de sustentação do organismo humano, são eles que suportam o peso do corpo e ficam sujeitos a uma enorme tensão e desgaste.
Entre as patologias que os corredores estão mais suscetíveis, devido ao ritmo de treinamento e competições, podemos destacar:
- Bolhas: devido ao constante atrito e pressão que os pés sofrem.
- Micose nas unhas: a unha sofre um descolamento, devido a traumas. Isso acaba sendo uma porta de entrada para fungos;
- Pé de atleta (frieira): a umidade que fica alojada entre os dedos dos pés, por causa do uso constante de tênis ou chuteira, ajuda na proliferação de fungos.
- Unha encravada: devido ao corte incorreto somado a traumas ocasionado por impacto, as unhas dos pés crescem no formato errado e entram na pele. Este quadro pode ocasionar uma infecção e até a perda desta unha.
- Calos e Calosidade: devida à pressão intermitente do calçado e o peso do corpo, a pele responde ficando mais grossa. Este "engrossamento" da pele ajuda no começo, porém no decorrer do tempo ela se acumula tornando-se uma irritação.
- As frieiras devem sempre ser tratadas com medicamentos corretos indicado pelo dermatologista, mas podem ser prevenidas com o correto secar dos pés após o banho, e colocando-se sempre o tênis para secar no sol após o uso. Utilize também talco anti-séptico no tênis para evitar o crescimento de microorganismos. Evite de usar o talco diretamente nos pés para correr, pois com o suor e o atrito podem-se formar feridas entre os dedos.
- Mantenha sempre as unhas cortadas pois um cantinho pode ferir o dedo vizinho.
- Muitos atletas apresentam nas unhas marcas roxas, podendo até cair, ou então as laterais das unhas descoladas dos dedos e muitas vezes levantadas ou deformadas. Isto pode ser causado diversos fatores, entre eles o tênis pode ter costuras muito grossas e com muitos detalhes na frente. Certifique-se de que os seus dedos ao levantarem-se não encostam na costura, caso contrario, não importa o quanto caro ele seja, não serve. No caso das unhas levantarem-se pode ou não estarem com micose, portanto deve-se procurar um podólogo.
- Outra preocupação é com as meias, cuidado com estas meias modernas muito grossas que tem o ponto de costura muito grande, com o peso do corpo podem causar rachaduras nos calcanhares e bolhas nas áreas de pressão. Se quiser usar estas meias, usa uma meia fina pôr baixo.
- Use sempre um creme hidratante próprio para os pés mantendo a pele saudável.
- As calosidades são marcas de pressão com o solo, se na sola dos pés, e de atrito pôr causa dos dedos em garra(dedos agarrando o chão na caminhada ou corrida), se em cima dos dedos. Muitas vezes sugerem problemas de posturas que devem ser devidamente avaliados pôr médicos esportivos ou fisioterapeutas. Sempre que possível devem ser removidos evitando dores durante a pratica esportiva.
- No caso dos tênis, alguns conseguem corrigir pronação ou supinação leves dos pés. Em casos mais graves, o atleta, deve consultar um ortopedista ou fisioterapeuta e ver se há necessidade de correção, (pois muitas vezes esta postura do pé esta em equilíbrio com o resto do corpo e ao corrigir os pés, podemos estar aumentando uma deformidade do joelho ou coluna pôr exemplo. Se for para corrigir, deve-se considerar o aspecto da globalidade do corpo, mas ai pensaríamos numa reeducação postural global. O que podemos observar na escolha do tênis é com relação ao alongamento ou encurtamento do músculo triceps sural (músculo da panturrilha), que se estiver encurtado o joelho normalmente vai estar em hiperextensão (estica-se para traz, alem da linha media). Neste caso se usarmos um tênis com amortecimento muito macio, o triceps sural pode se esticar demais na corrida, podendo levar ao aparecimento de tendinites no tendão de Aquiles. Neste caso deve-se usar um tênis com a sola um pouco mais alta na parte de traz, ou até uma calcanheira de gel. No caso do joelho ser em flexão, o principio é o oposto, ai podendo se usar tênis mais macios no calcanhar. Em ambos os casos devemos sempre alongar os músculos posteriores da perna, antes e depois da pratica da atividade física.
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